Em nova ação de ateus, policiais são impedidos de fazer vigília de oração

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Os policiais receberam uma reclamação formal de uma organização ateísta e tiveram o programa de capelania limitado.

Policiais orando em uma vigília de oração em Dallas, no Texas. (Foto: Spencer Platt/Getty Images)
Policiais orando em uma vigília de oração em Dallas, no Texas. (Foto: Spencer Platt/Getty Images)

Um departamento de polícia em Louisiana (EUA) não irá mais promover vigílias de oração, após uma queixa da organização ateísta Freedom From Religion Foundation (FFRF).

No fim de agosto, o Departamento de Polícia de Shreveport, liderado pelo pastor e chefe de polícia Alan Crump, recebeu uma carta da FFRF. Os ateus se opuseram às vigílias mensais de oração realizada pelo programa de capelania “Pastores na Patrulha”, que envolvia a participação de outros 20 pastores.

A vigília de oração foi criada para “unir líderes comunitários, policiais e moradores em oração” pela cidade, segundo o departamento de polícia. A carta da FFRF pede não apenas o fim das vigílias, mas também o encerramento do programa de capelania.

A organização ateísta argumenta que a participação dos policiais em eventos religiosos viola a Constituição dos Estados Unidos porque mostra uma “aparência de viés” aos cidadãos de fé e “hostilidade” aos cidadãos sem fé.

O procurador de Shreveport, William Bradford, confirmou na semana passada que o departamento não voltará a realizar vigílias de oração. No entanto, os oficiais ainda são bem-vindos para participar de vigílias promovidas pelos membros da comunidade.

Apesar do apelo da FFRF, a cidade não pretende suspender o programa de capelães.

Parceria com as igrejas

De acordo com o site do departamento de polícia, os pastores filiados ao programa de capelães são de várias denominações religiosas e acompanham os policiais durante a patrulha.

“Enquanto estamos em patrulha, eles fornecem conforto e conselhos para os oficiais e os cidadãos com quem entram em contato”, explica o site. “Em muitos casos, a presença deles pode [desarmar] situações hostis, especialmente se os capelães estão trabalhando em uma área perto da igreja. Esses capelães são bem conhecidos e respeitados em seus bairros e servem como ligação entre a polícia e os cidadãos”.

A FFRF, que tem mais de 32 mil membros nos EUA, tem pressionado regularmente entidades do governo e distritos escolares que possuem envolvimento com a religião.

FONTE: GUIAME, COM INFORMAÇÕES DO CHRISTIAN POST

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