Jefté: De Desprezado a Líder Vitorioso

0
176

Juízes 10 – 12

A vida e a literatura encontram-se repletas de histórias de pessoas que foram rejeitadas que acabaram “descobertas” e levadas a posições de honra e de autoridade.

Horatio Alger escreveu mais de cem romances para meninos girando em torno do tema “da pobreza à riqueza” e tornou-se um dos escritores norte-americanos mais influentes da segunda metade do século XIX. Seja a trajetória de Abraham Lincoln “de uma choupana à Casa Branca”, seja a de José da prisão ao trono do Egito, a história do pobre infeliz que alcança sucesso sempre agradou o povo. Gostamos de ver os vencidos se transformando em vencedores.

O relato sobre Jefté, o personagem principal destes capítulos, é uma história desse tipo. E nesta noite eu quero lhe convidar para olharmos para Jefté, que foi rejeitado por seus irmão mas venceu o trauma do desprezo e Deus o transformou em grande líder de Israel .

 UMA NAÇÃO EM DECADÊNCIA (JZ 10:1-18)

Israel apresentava três deficiências que deixavam claro como a nação encontrava-se em declínio espiritual.

1-A FALTA DE GRATIDÃO DE ISRAEL PARA COM O SENHOR (VV. 1-5). Durante quarenta e cinco anos, o povo de Israel desfrutou paz e segurança, graças à liderança de Tola e de Jair.

No entanto, o povo de Israel não aproveitou esses anos de paz para desenvolver seu relacionamento com o Senhor. Depois da morte de Jair, a nação entregou-se abertamente à idolatria e, mais uma vez, atraiu sobre si a disciplina do Senhor. Desfrutaram quarenta e cinco anos de paz e de prosperidade, mas não pararam para agradecer ao Senhor por aquilo que havia feito por eles. A essência da idolatria é desfrutar as dádivas de Deus sem ser grato ao Doador, exatamente o que Israel fez.

As ações de graças glorificam a Deus (Sl 69:30) e são uma defesa eficaz contra o egoísmo e a idolatria.

2-A FALTA DE SUBMISSÃO DE ISRAEL PARA COM O SENHOR (VV. 6-16). Se ao menos o povo tivesse feito uma retrospectiva da própria história e aprendido com ela, jamais teria deixado o Deus Jeová a fim de adorar os falsos deuses de seus vizinhos. Desde o tempo de Otniel até o tempo de Gideão, os judeus teriam passado por mais de cinquenta anos de sofrimento sob a opressão do inimigo. A essa altura, deveriam saber que Deus os abençoava quando eram obedientes e que os disciplinava quando eram rebeldes (ver 3c7, 12; 4:1; 6:1). Não eram esses, afinal, os termos da aliança que Deus havia feito com Israel, um a aliança que a nação havia aceitado ao entrar na terra? (js 8:30-35).

O SENHOR HAVIA DADO A ISRAEL VITÓRIA SOBRE SETE NAÇÕES (JZ 10:11, 12), mas Israel adorava sete deuses pagãos diferentes (v. 6). Não é de se admirar que se tenha acendido a ira do S e n h o r contra Israel” (v. 7). Quanta insensatez adorar o deus dos inimigos derrotados! Novamente, Israel teve de ser disciplinado, e, dessa vez, Deus usou os filisteus e os amonitas como instrumentos de disciplina. Como descendentes de Ló, sobrinho de Abraão, os amonitas eram parentes distantes dos israelitas (Gn 19:38). Os líderes Amom e da Filístia devem ter se alegrado intensamente ao subjugar e oprimir Israel, sua nação inimiga de longa data. Seus exércitos invadiram a região de Gileade, do lado leste do rio Jordão, e depois atravessaram o rio e atacaram Judá, Efraim e Benjamim. Foi uma derrota devastadora e humilhante.

O castigo foi duro, e os israelitas se arrependeram, se livraram de seus deuses e disseram a Deus que poderia fazer a Israel como bem lhe aprouvesse (Jz 10:15, 16).

A esperança do povo não se encontrava em seu arrependimento nem na oração, mas no caráter de Deus. “Então, já não pôde ele reter a sua com paixão por causa da desgraça de Israel” (v. 16). “Em toda a angústia deles, foi ele angustiado” (Is 63:9). “Mas, pela tua grande misericórdia, não acabaste com eles nem os desamparaste; porque tu és Deus clemente e misericordioso” (Ne 9:31). “Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniquidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação” (Sl 78:38).

3-A FALTA DE LIDERANÇA ADEQUADA EM ISRAEL (VV. 17, 18). O povo estava preparado para agir, mas não havia, em todas as tribos de Israel, alguém que tomasse a frente. Depois de dezoito anos de sofrimento, os israelitas se reuniram para enfrentar seus opressores (Jz 10:11). Há vários lugares nas Escrituras chamados “Mispa”, sendo que este ficava em Gileade (11:29; ver Js 13:26). Israel tinha um exército, mas não tinha um general. A fim de conseguirem um voluntário para comandar o exército, os líderes de Israel prometeram que seu novo comandante seria nomeado governante sobre Gileade. Os príncipes de Israel poderiam ter sido muito mais bem-sucedidos se tivessem feito uma reunião de oração em vez de um plebiscito político.

Warren Wiersbe fala que quando era jovem, ouviu um evangelista pregar um sermão marcante sobre o texto: “Onde está o Senhor, Deus de Elias?” (2 Rs 2:14). “Sabemos onde está o S e n h o r , Deus de Elias”, disse ele. “Está no trono dos céus e é tão poderoso hoje quanto era nos tempos de Elias.” E, depois de uma pausa, acrescentou: “A pergunta não é tanto: ‘onde está o S e n h o r Deus de Elias?’, mas sim: ‘onde estão os fiéis como Elias?”‘

De fato, onde estão os fiéis com o Elias. Onde estão os líderes espirituais capazes de ajuntar o povo de Deus e de confrontar as forças do mal?

Israel precisava naquele momento de um líder (JZ 11:1-29, 32, 33)

O texto nos apresenta Jefté, o homem que Deus escolheu para conduzir Israel à vitória. Que tipo de homem ele era?

1-JEFTÉ FOI REJEITADO POR SEUS IRMÃOS (Jz 11.1-3)

O irmão indesejado (vv. 1-3). Jefté não tinha culpa de seu nascimento. Seu pai, Gileade, tinha apenas uma esposa, mas acabou gerando um filho de seu relacionamento com uma prostituta. Pelo menos Gileade reconheceu o menino e o levou para casa, mas os outros filhos não aceitaram o meio irmão, “filho doutra mulher”.

Quando chegou a hora de dividir a herança, os filhos legítimos mandaram Jefté embora. O que eles não sabiam é que estavam expulsando o futuro juiz de Israel.

Jefté deixou o território de seu pai e dirigiu-se rumo ao norte, para a terra de Tobe, numa região próxima à Síria. Lá se tornou chefe de um bando de aventureiros (“homens levianos”; Jz 11:3). O termo hebraico usado para descrevê-los significa “esvaziar” e refere-se a pessoas desocupadas à procura de algo para fazer (ver Jz 9:4, os “homens levianos e atrevidos” que seguiram Abimeleque. Em outras palavras, o termo significa “ser indolente, indiferente”). Jefté já era conhecido como um “homem valente” (v. 1).

8 personalidades que foram rejeitadas em algum momento de suas carreiras

Há algumas pessoas que admiramos hoje – Albert Einstein, Walt Disney são alguns exemplos de profissionais que foram subestimados, rejeitados no início de suas carreiras

1. Albert Einstein

O físico e cientista alemão Albert Einstein não falava até os quatro anos e só começou a ler depois dos sete. O gênio já foi expulso da escola e seu professor o descreveu como mentalmente lento e não sociável. E em 1895 não passou no teste de admissão da Eidgenössische Technische Hochschule – Instituto Federal Suíço de Tecnologia (ETH), pois foi reprovado em humanidades. Subestimado no meio científico, durante sua carreira desenvolveu a teoria da relatividade, conquistou o Prêmio Nobel de física em 1921 e mudou a história da física moderna. Hoje, seu nome é sinônimo de inteligência.

2. J.K. Rowling

A autora da série “Harry Potter” era professora e sonhava com a profissão de escritora. O manuscrito de “Harry Potter a Pedra Filosofal” foi recusado por várias editoras até que em 1996, a Editora Bloomsbury decidiu publicar o livro. Ela foi nomeada pela Rainha Elizabeth como “Officer of the Order of the British Empire”, entrou na lista de bilionários da revista Forbes e, até hoje, colhe os frutos com a saga do bruxo.

3. Walt Disney

O produtor cinematográfico norte americano foi o criador de Mickey Mouse e a Disneylândia. No início de sua carreira, ele foi demitido da Kansas City Star Newspaper porque, de acordo com seu editor, ele não tinha imaginação e nem boas ideias. Sua primeira companhia de animação “Laugh-O-Grams” faliu. Depois, mudou com seu irmão para Califórnia onde foi reconhecido em Hollywood após fazer sucesso com “Alice Comedies”. Hoje, a marca Disney fatura muito dinheiro com brinquedos, filmes e os parques temáticos.

4. Vincent van Gogh

O reconhecimento de suas obras veio somente após sua morte. Durante sua vida, ele vendeu apenas uma pintura “O Vinhedo de Vermelho” por uma quantia não muito significativa. Detalhe, o comprador era um amigo. O pintor pós-impressionista holandês passou fome, viveu em barracos e foi rejeitado pela crítica e artistas da época. Mas, durante o período de dez anos, van Gogh produziu mais de 800 pinturas. Curiosamente, ele chegou a se enveredar pela carreira de pastor como seu pai. “O Retrato de Dr. Gachet” foi vendido a um colecionador japonês por 82,5 milhões de dólares em 1990.

5. Os Beatles

A banda de rock de Liverpool é um dos grupos mais bem sucedidos da história. John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr influenciaram gerações de pessoas e músicas com suas canções. Mas o começo da banda também foi marcada por uma rejeição da Decca Records, em que a gravadora disse que os Beatles não teria futuro no show business. Após esse fato, a banda assinou com a produtora EMI e a Beatlemania se alastrou nos Estados Unidos e se tornou a uma das melhores bandas da história.

6. Michael Jordan

Reconhecido como um dos melhores jogadores de basquete de todos os tempos e a estrela do NBA, Michael Jordan teve sua carreira marcada pela habilidade de pontuar nos jogos. O ex-jogador profissional de basquete já foi dispensado da equipe da escola, Laney High school em Wilmington, Carolina do Norte por sua baixa estatura.

7.Steven Spielberg – O cineasta, vencedor de 3 Oscars, foi rejeitado por duas das mais renomadas escolas de cinema dos Estados Unidos: Universidade de Southern Califórnia e pela School of Theater, Film and Television, por três vezes. Após ter conquistado o reconhecimento de seu trabalho, fama e dinheiro, Steven voltou à faculdade e, em 2002, completou sua licenciatura.

8.Soichiro Honda – Antes de criar o seu império bilionário, Soichiro, então engenheiro, foi rejeitado numa entrevista de emprego para uma vaga na Toyota Motors, o que o deixou desempregado por algum tempo. Não desistiu, começou a fazer em sua casa as primeiras Scooters, e motivado por amigos e vizinhos, iniciou seu próprio negócio e deu início a montadora Honda.

9.Monet – O pintor, criador do estilo Impressionista, revolucionou a Pintura, mas em sua época foi rejeitado e ridicularizado por seus colegas da classe artística de Paris, que não reconheciam o novo estilo, que ajudou a inaugurar a arte moderna. Hoje seus quadros são avaliados em milhões de dólares e seu modelo de trabalho é referência. 

10.Elvis Presley – O lendário cantor americano, sucesso mesmo depois de sua morte, após uma apresentação, foi demitido pelo gerente de uma famosa casa de shows, que lhe disse – “Você não vai a lugar nenhum, filho. Você deve voltar a dirigir um caminhão”. Elvis, sabiamente ignorou o seu conselho, criou seu próprio estilo e tornou-se um dos maiores cantores de todos os tempos. 

Assim, não teve dificuldade alguma em formar um grupo de aventureiros.

1. O homem de Deus não depende da sua herança familiar

Juízes 11:1 diz “Jefté, o gileadita, era um guerreiro valente, porém sua

mãe era uma prostituta; seu pai foi Gileade.”

Algumas pessoas nascem em berço esplêndido! Já nascem herdando um bom nome, amor, atenção e bens materiais. Mas Jefté já nasceu no prejuízo! Herdando um legado ruim e vergonhoso! Além disso, foi expulso da sua própria casa! Foi rejeitado por seus irmãos (verso 2); e seu pai terreno não o defendeu! MAS DEUS, que é rico em graça e misericórdia, o acolheu! Deus o escolheu, chamou, capacitou e usou sua vida de forma maravilhosa!

Com a imoralidade em alta, aumenta o número de vítimas do divórcio e de pais ou mães omissos e ausentes.

Na graça de Deus, porém, há esperança e restauração até para o filho de uma prostituta!

2- UM HOMEM CORAJOSO (4-11)

            O líder sem oposição (vv. 4-11). Os irmãos de Jefté não o queriam, mas os anciãos de Israel precisavam dele e enviaram uma delegação que percorreu mais de cento e vinte quilômetros até a terra de Tobe, a fim de pedir-lhe que assumisse o comando.

A resposta de Jefté se parece bastante com o que o Senhor havia dito ao povo quando pediram seu socorro (10:13,14). Tudo indica que os líderes israelitas haviam ajudado os filhos de Gileade a expulsar seu irmão indesejado da terra. Ainda assim, Jefté ouviu a proposta desses líderes, certificando-se de que era verdadeira. Estava disposto a liderá-los no combate ao inimigo, desde que os anciãos o nomeassem para governar Gileade.

Imagine como seus irmãos se sentiram quando o homem que haviam desprezado voltou para casa como capitão do exército e líder da terra! As Escrituras trazem vários exemplos de vítimas que passaram por circunstâncias semelhantes. José foi rejeitado pelos irmãos e, posteriormente, tornou-se seu governador. O rei Davi também precisou de sete anos para conseguir o apoio total das doze tribos de Israel. Nesse mesmo sentido, o Senhor Jesus Cristo foi rejeitado por seu povo, mas será recebido por Israel quando voltar.

Jefté o diplomata (vv. 12-28). Antes de declarar guerra, Jefté tentou realizar negociações de paz com os amonitas, mas estas não deram certo. Ainda assim, descobrimos aqui duas coisas sobre Jefté:

  • conhecia as Escrituras e a história de seu povo;
  • não era um homem colérico que deseja apenas lutar.

Sendo um militar, sabia que uma guerra resultaria na morte de milhares de israelitas e desejava evitar a todo custo que as coisas chegassem a esse ponto.

O rei de Amom declarou que ele e seus homens estavam apenas tomando posse daquilo que lhes pertencia e que os israelitas haviam roubado deles no tempo de Moisés. Se Israel devolvesse as terras, mandaria retirar suas tropas. Mas Jefté apresentou quatro provas irrefutáveis que deveriam ter convencido os amonitas de que estavam errados.

Em primeiro lugar, apresentou os fatos históricos (vv. 14-22). Moisés e seu povo haviam pedido aos amonitas permissão para passar por seu território em segurança, pedido que foi negado. Essa recusa levou à guerra, e Deus deu a vitória aos israelitas, Israel não roubou as terras, mas sim as tomou legitimamente dos amonitas e dos amorreus (Nm 21:21-35). Além disso, os amorreus haviam tomado aquelas terras dos Moabitas (Nm 2 :29); de modo que, se a reivindicação do direito de posse sobre territórios conquistados não valia para Israel, também não valia para os amorreus!

Seu segundo argumento foi que o Senhor dera as terras a Israel (vv. 23, 24) Jefté sempre teve o cuidado de dar ao Senhor a glória por todas as vitórias conquistas por Israel (vv. 9, 21, 23, 24). Quando outras nações tomavam territórios inimigos, declaravam que era a “vontade de seu deus” que se apropriassem daquela terra e davam crédito a seus ídolos pela vitória. Jefté declarou que o Deus de Israel era o Deus verdadeiro e que sua vontade havia se cumprido ao permitir que Israel tomasse aquele território. A terra pertencia a Jeová, que deu vitória a Israel.

O terceiro argumento de Jefté foi o fato de Israel ter vivido naquele território durante séculos (vv. 25, 26). “Trezentos anos” é um número arredondado, mas aproxima-se do total de anos apresentados no Livro de Juízes como os períodos de opressão e de paz. Israel havia habitado na região da Transjordânia durante três séculos, motivo suficiente para reivindicar seus direitos sobre a terra.

De acordo com o argumento final de Jefté, os amonitas, na verdade, estavam lutando contra o Senhor (vv. 27,28). Jefté não havia declarado guerra contra Amom; antes, os amonitas é que haviam declarado guerra contra os israelitas. Porém, se Deus havia dado aquelas terras a Israel, então os amonitas estavam declarando guerra contra o Senhor Deus, o que só poderia terminar em tragédia e em derrota para Amom. Jefté tentou arrazoar com o rei de Amom, mas ele se recusou a dar ouvidos.

O guerreiro invicto (vv. 29-33). Tendo recebido o poder do Espírito de Deus (ver Jz 3:10; 6:34), Jefté pediu voluntários (12:1,2) e reuniu seu exército.

O segredo da vitória está na presença de Deus!

Juízes 11:29: “Então o Espírito do Senhor se apossou de Jefté. Este atravessou Gileade e Manassés, passou por Mispá de Gileade, e daí avançou contra os amonitas.

Capacitado e fortalecido pela presença do Espírito de Deus, ele enfrentou o inimigo! Os versos 32 e 33 declaram que Deus os entregou nas suas mãos!

Jefté era um guerreiro valente, mas o segredo da sua vitória estava na presença de Deus! Isto é um principio bíblico! O rei Davi confirma esta verdade, dizendo:

“Nenhum rei se salva pelo tamanho do seu exército; nenhum guerreiro escapa por sua grande força. O cavalo é vã esperança de vitória; apesar da sua grande força, é incapaz de salvar.” Salmos 33:16-17

3-FOI UM HOMEM DE FÉ (Hb 11.32)

Pela graça, mediante a fé, Jefté superou os traumas de seu passado difícil e vergonhoso e tornou-se um homem de Deus (Heb.11:32).

De acordo com o escritor de Hebreus Jefté foi um homem de fé, e sua vitória foi uma vitória de fé (Hb 11:32). A s circunstâncias e a família de uma pessoa não são um empecilho quando se vive pela fé. Em sua mensagem ao rei de Amom, Jefté mostrou seu conhecimento da Palavra de Deus, e essa Palavra foi sua fonte de fé. “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (Rm 10:1 7). “E esta é a vitória que vence o mundo, a nossa fé” (1 Jo 5:4).

É impossível não admirar a maneira de Jefté dar ênfase ao Senhor em todas as negociações com os líderes de Israel. O Senhor daria a vitória (11:9), e não Jefté; e o acordo entre o novo comandante e os líderes deveria ser ratificado na presença do Senhor em Mispa (v. 11; ver 1 Sm 11:15). Jefté não encarou esse desafio como uma oportunidade política para si mesmo, mas como uma ocasião para confiar no Senhor e servi-lo.

Além disso, o escritor de Hebreus deixa claro que Jefté era um homem de fé e não simplesmente um oportunista (Hb 11:32).

Graças à fé e coragem de Jefté, os amonitas não ameaçaram os israelitas por mais cinquenta anos (1 Sm 11:1ss).

CONCLUSÃO

Meus queridos, quem sabe você tem sido rejeitado, desprezado até mesmo por seus irmãos, amigos, etc. Meu amado, não desanime de viver pois Deus não te deixa nem nos desampara. Deus nos ama.

Mesmo diante das adversidades da vida eu e você precisamos de coragem para enfrentar os desafios da vida. Viver é enfrentar problemas, é resolver as dificuldades de cabeça erguida firmados em Deus. Portanto, não olhe para os seus problemas, mas olhe par Deus que poderoso para fazer muito mais do que nós pedimos ou pensamos.

Assim meus Irmãos, nós somos chamados a viver pela fé, não obstante as circunstâncias adversas que estão sempre diante de nós. É tempo de viver pela fé firmados nas ricas e preciosas promessas de Deus em sua Palavra, eis o exemplo de Jefté, segundo o livro de hebreus capítulo 11 Jefté foi um homem de fé. Portanto, pare e pense, como você está vivendo hoje?

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here