Série: Reflexões sobre o Brasil em 2018 – ESTRATÉGIA COMUNISTA DA ESCOLA DE FRANKFURT, ANTONIO GRAMSCI A SAUL ALINSKY

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Para entendermos o cenário político do Brasil atual, se faz necessário conhecermos o filósofo ateu Antonio Gramsci, pois ele é o intelectual(pensador) mais influente do socialismo em nosso país e no mundo atual. Então vamos começar esta série conhecendo um pouco da sua vida.

A Escola de Frankfurt foi o grupo que teve o mais forte impacto na cultura americana e afins. A EF foi uma espécie de posto avançado na América do socialismo europeu. Willi Muenzenberg, com mais alguns bolcheviques, fundou a Escola de Frankfurt.

Os dois principais membros da EF foram Herbert Marcuse e Franz Neumann. Este último era, na verdade, um agente soviético. Seu propósito era dominar todo o sistema educacional do Ocidente e particularmente dos Estados Unidos.

Bertrand Russell, que trabalhou com a Escola de Frankfurt, disse:

“Usando técnicas psicológicas para ensinar as crianças, seremos capazes de produzir uma convicção inabalável de que a neve é preta.” Eles estabeleceram uma escola aqui.

Foi John Dewey, filósofo norte-americano, que trouxe alguns alemães da EF para a América, em 1933, e despeja-os em Princeton, Berkeley e Brandeeis. Os objetivos desses pensadores era a homossexualidade e a sexualidade para as crianças; a promoção do consumo excessivo de álcool, e, o maior de todos, a destruição da religião nos Estados Unidos e no mundo. Eles basicamente iniciaram a deterioração da sociedade. Willi Muenzenberg disse:

“Nós vamos fazer o Ocidente tão corrupto a ponto de feder.”

Não dá para conceber que nos anos 30 havia grupos de intelectuais planejando e conspirando como fariam a América e o mundo “tão corruptos a ponto de feder”.Foto de Eli Vieira Filho.

O plano era proteger qualquer pornógrafo, qualquer depravado, qualquer forma cultural negativa que encontrassem para degradar a cultura. E isso se alinha com o feminismo de hoje, um desejo da EF para transformar uma sociedade patriarcal numa sociedade matriarcal. Em outras palavras, a ideia era remover o pai como provedor amoroso, disciplinador, discipulador, líder de sua casa, promovedor de virtudes, integridade e modéstia.

Essa ideia de desmantelar, destruir a família, carrega o propósito de destruir uma nação. E em vez de ter um pai que lidera, discípula, protege a casa e dá provisão à família, o governo toma seu lugar como um Estado-babá.

A Escola de Frankfurt desenvolveu o conceito de marxismo cultural. Você penetra a cultura, assume seu comando e então todo o resto se seguirá. Eles fizeram isso e hoje nós temos a revolução cultural completa. Tanto que os americanos e o mundo estão familiarizados com a frase “faça amor, não faça guerra”, que na verdade é de Herbert Marcuse da Escola de Frankfurt.

Então eles foram atrás da educação, da mídia, e foram muito bem sucedidos na mudança de visão do mundo inteiro. Sobre os americanos, o que eles chamam de “politicamente correto”. Mas na verdade é o marxismo cultural com o objetivo de destruir o cristianismo, criar o caos e então seguir para seu objetivo final, do marxismo cultural ao marxismo tradicional, que é o socialismo.

A maior parte da estratégia para refazer a América desde dentro começou com o italiano Antonio Gramsci, que escreveu mais de 2.000 páginas na década de 30 explicando como derrubar a cultura judaico-cristã desde dentro. O plano que ele sugeriu é o foco principal da esquerda desde então.

Antonio Gramsci foi um filósofo neomarxista, um comunista italiano. Gramsci é provavelmente o maior causador de problema no mundo. Ele provavelmente é o mais responsável pelos nossos males sociais do que qualquer outra pessoa no planeta.

Ele sabia da importância de minar a moral e o caráter de nosso país. Como a América tinha uma forte herança cristã, ele tinha que atacar a cultura, mudar a cultura. Até mesmo inserir pornografia em áreas que as pessoas normalmente não aceitariam. Ele disse:

“Nós vamos destruir o Ocidente, destruindo sua cultura. Vamos nos infiltrar e transformar a sua música, sua arte e sua literatura contra eles próprios.”

Isso significa penetrar as universidades para escrever os livros, os romances, a poesia, a música, a crítica literária. E, controlando a cultura, você pode moldar o pensamento das gerações seguintes. Ele diferia de Marx. Em vez de, por exemplo, destruir a igreja ou outras instituições básicas – ele dizia para infiltrá-las e usá-las para mudar a cultura.

O que Gramsci dizia é que a maneira que o governo e a sociedade se perpetuam é através das igrejas, porque elas estabelecem os padrões e moldam a vida das pessoas, as regras e como as famílias devem ser estruturadas.

Ele não queria uma revolução nas ruas porque seria derrubada pela polícia no dia seguinte. Ele queria mudar a sociedade a longo prazo, para que a revolução acontecesse sem que percebêssemos.

Os comunistas têm sido muito eficazes na promoção de sua ideologia em Hollywood e nos meios de comunicação de massa. Foi exatamente o que aconteceu e vem acontecendo até hoje. É o que tem funcionado e está funcionando agora. E é daí que vem muitas pessoas. E essa é a grande história de sucesso do comunismo nos últimos 50 anos. São os professores, educadores, e os jornalistas a tropa de choque de Gramsci do futuro.

Um dos principais discípulos de Gramsci, Saul Alinsky, tornou-se um dos mais influentes radicais da década de 60. Saul Alinsky era um radical de destaque em Chicago dos anos 30. Ele trabalhou de perto com o partido comunista. Ele costumava treinar com rifle no campo de tiro com Leon Despres, que mais tarde foi um mentor de Barack Obama. E eles treinavam tiro porque sabiam que a revolução estava próxima. Mas ela não veio então eles tiveram que ser um pouco mais sutis.

Saul Alinsky foi chamado por um organizador comunitário para criar agitação. Ele disse: “Você será acusado de ser um agitador e isso é exatamente o que você é”. Ele queria os pobres e os ricos brigando uns com os outros (a famigerada luta de classe).

O que a esquerda tem feito na América e em quase todo mundo é colocar pobres contra ricos, negros contra brancos, e jovens contra velhos. É a mesma tática usada por Hitler para desunificar a Alemanha.

Vejam, eles sabiam que não eram fortes o suficiente para conquistar um país unificado. Então eles separaram a Alemanha em pequenos grupos. Eles usaram o preconceito como arma para paralisar o país. Lembre-se disso quando ouvir esse tipo de conversa. Alguém vai ganhar algo com isso, e não vai ser você.

Eles usam o conflito como justificativa para por e destituir governo para parar o caos. Eles criam o caos e se apresentam como solução para o caos. É como o Dr. Schaeffer disse:

“Uma vez que este caos vem, a maioria das pessoas
cede ao autoritarismo, porque não querem o caos”.

O livro de Saul Alinsky era uma espécie de manual de campo para estas organizações ativistas. Onde o presidente Obama estudou e ensinou em cursos por quatro anos em Chicago como organizador de comunidades para a ACORN.

Em “Regras para Radicais” dedica-se o livro a alguém estranho:

“E que não esqueçamos, pelo menos um reconhecimento rápido com o primeiro radical… o primeiro radical conhecido pelo homem que se rebelou contra o ‘establishment’ e fez isso de forma tão eficaz que pelo menos ganhou seu próprio reino – Lúcifer.”

Saul Alinsky e Antonio Gramsci dedicam seu livro abertamente a Lúcifer … Satanás.

Acho que isso diz tudo sobre onde suas ideias e planos são baseados.

Qual o impacto de Saul Alinsky sobre o movimento de esquerda hoje? Ele basicamente o define. Saul Alinsky pegou as melhores ideias de Gramsci e da Socialista Fabiana, as combinou, reembalou e vendeu-as aos radicais dos anos 60.

Depois de estudar Alinsky, Richard Cloward e sua esposa Frances Fox Piven criaram o que é conhecido hoje como a “Estratégia Cloward-Piven”.

A ideia era basicamente que para destruir a sociedade ou destruir o capitalismo eles precisavam sobrecarregar o sistema. A ideia era fazer com que todo mundo dependesse do estado. Fazer com que toda pessoa, de alguma maneira, mamasse nas tetas do governo. Isso foi chamado de “Estratégia de Crise”. E tornou-se muito conhecido por ativistas e radicais nos anos 60. Eles publicaram um artigo em maio de 1966 da revista Nation chamado “O Peso dos Pobres”, em que delinearam sua estratégia.

Rathke leu esse artigo e criou o que hoje conhecemos como ACORN. E, claro, Cloward-Piven estava estudando Saul Alinsky. Então Antonio Gramsci nos dá Saul Alinsky, Saul Alinsky nos dá a Estratégia Cloward-Piven, que diz:

“Vamos colapsar a economia americana através da implementação de direitos para tanta gente que o estado de bem-estar social vai ruir”.

Texto de Rev. Paulo Cesar Lima em seu blog.

Foto de DOA A QUEM DOER.

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